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Nanni prometeu acelerar relatórios e recuperar a confiança no órgão de auditoria de Salta

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O novo presidente do Colégio de Auditores foi eleito por unanimidade após a composição de cinco membros ser concluída. Anunciou acordos acadêmicos, ferramentas de inteligência artificial e uma revisão do atraso acumulado, e comprometeu-se a apresentar resultados dentro de seis meses.

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Miguel Nanni assumiu a presidência da Auditoria Geral da Província de Salta com o objetivo declarado de melhorar os tempos de resposta e recuperar a confiança pública no órgão. Sua eleição à frente do Colégio de Auditores foi unânime após a integração de seus cinco membros ser completada.

O ex-legislador afirmou que sua nova responsabilidade exige abandonar a lógica partidária e adotar um critério técnico. A Auditoria exerce o controle externo das finanças públicas provinciais e analisa o que foi feito com os recursos fornecidos pelos cidadãos. Nanni destacou que sua experiência prévia na elaboração de leis e orçamentos agora deverá ser utilizada do lado da fiscalização.

Um de seus diagnósticos é que o organismo chega tarde com parte de seus controles. Ele afirmou que o atraso reduz o efeito dos relatórios e que existem dissidências públicas que prejudicaram a imagem institucional. Sua prioridade será normalizar o funcionamento, organizar os processos atrasados e evitar que a atenção a esses antecedentes substitua a revisão de assuntos novos.

Nanni definiu o controle como uma tarefa financeira e legal que também deve avaliar economia, eficiência e eficácia. Ele propôs que os auditores devem se expressar por meio de relatórios objetivos e não utilizar a instituição para agir como oficialismo ou oposição. Essa independência será um critério central para medir a coerência entre seus anúncios e os documentos produzidos pelo corpo.

Para reduzir o atraso, ele antecipou convênios com o Consejo Profesional de Ciencias Económicas e o Universidad Nacional de Salta. Também propôs incorporar inteligência artificial para processar informações e fortalecer os controles. Ainda não foram detalhadas as ferramentas, protocolos de proteção de dados, prazos de implementação nem os processos que seriam priorizados com essa assistência.

O novo presidente comprometeu-se a voltar dentro de seis meses com resultados quantificáveis. A promessa estabelece um horizonte concreto de prestação de contas, mas as melhorias anunciadas ainda precisam ser executadas. Seu desempenho poderá ser avaliado pela redução efetiva de atrasos, pela qualidade técnica dos relatórios, pela divulgação de suas conclusões e pela capacidade de manter independência frente aos atores controlados.

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