O Senado de Corrientes acelerou o Orçamento 2027, buscando parecer e votação em 19 de novembro. A Comissão convocou o ministro Héctor Grachot para explicar projeções, distribuição e financiamento e dar tempo à Câmara antes de 30 de novembro.
O projeto calcula gastos e recursos em $4,867761 trilhões, alta nominal de 52,1%. O número deve ser comparado à inflação, execução de 2026 e custos de salários, medicamentos, energia e construção. A sustentabilidade depende de receitas realistas.
Os gastos correntes chegam a $3,717349 trilhões e o capital a $1,138064 trilhão. Infraestrutura, equipamentos e obras são centrais. O Senado deve exigir lista de projetos, avanço, fontes, municípios e manutenção.
As receitas correntes são de $4,095975 trilhões e as de capital de $171,785 bilhões, com até $600 bilhões de financiamento. É preciso separar dívida nova, refinanciamento e operações curtas, com moeda, prazo e custo.
O texto autoriza Letras por até $200 bilhões para caixa. Elas cobrem desencaixes, mas podem virar dívida permanente se renovadas. Cada emissão, taxa, vencimento e saldo deve ser informado.
A estrutura tem 52.204 cargos permanentes e 30.342 temporários. Uma cláusula destina ao menos 50% do excedente livre de arrecadação a melhorias salariais.
A cláusula pode reduzir conflito, mas depende das metas e da definição de livre disponibilidade. Previsões altas podem tornar o excedente impossível. Relatórios e acesso sindical aos dados são importantes.
O próximo passo é a exposição de Grachot e o parecer. Senadores devem testar inflação, coparticipação e dívida e publicar obras e pessoal. A velocidade só serve se não substituir análise.