Rogelio Frigerio defendeu a reforma da Caixa de Entre Ríos afirmando que o sistema perde o equivalente a US$1 milhão por dia e pode colapsar. O debate inclui temor de cortes e uma dívida cobrada da União.
Ele garantiu que aposentados atuais não terão redução e que o próximo pagamento incluirá reajuste de 3%. Assim, separa a renda vigente das regras para conter o desequilíbrio estrutural.
Frigerio relacionou o déficit à piora da proporção entre ativos e aposentados e à maior expectativa de vida, pressões que governos evitaram por vinte anos.
Oposição e sindicatos questionaram a lei; o governador negou cortes imediatos. A disputa também trata de quem arcará com o custo futuro.
A província mantém a cobrança de recursos nacionais devidos à caixa não transferida. A sustentabilidade depende da reforma interna e desses repasses.
A votação não encerra o tema. O próximo teste será o regulamento, o déficit mensal, a proteção aos aposentados e o reconhecimento da dívida nacional.