San Luis Política

Fim do Volver al Trabajo deixa famílias de San Luis sem benefício mensal de ARS 78.000

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Uma moradora da capital puntana reclamou respostas dos governos provincial e municipal diante da eliminação do benefício. Uma liminar havia estendido os pagamentos, mas a Cámara Federal de San Martín a revogou e autorizou o Estado nacional a descontinuá-los a partir de agosto.

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O fechamento do programa Volver al Trabajo deixou de pagar desde agosto o benefício mensal de ARS 78.000 que recebiam milhares de pessoas em San Luis e mais de 900.000 no país. O esquema havia substituído o Potenciar Trabajo e tinha uma vigência prevista de dois anos. O Governo nacional informou que a última parcela ordinária havia sido liquidada em abril de 2026.

Uma medida cautelar do Juizado Federal de Campana obrigou posteriormente o Ministerio de Capital Humano a manter temporariamente os pagamentos até que existisse uma alternativa de proteção. Em julho, o Cámara Federal de San Martín revogou essa ordem. A decisão de segunda instância eliminou a obrigação cautelar a partir de agosto, embora não equivale necessariamente a uma sentença definitiva sobre todas as questões do processo principal.

Antes de que o fechamento fosse efetivado, Ivana Fernández Suárez, moradora da cidade de San Luis, divulgou uma reclamação dirigida implicitamente ao governador Claudio Poggi. Pediu que as autoridades provinciais e municipais acompanhem as famílias afetadas, escutem suas demandas e gerenciem respostas junto ao Governo nacional além das diferenças políticas.

Fernández Suárez descreveu a contribuição como uma renda destinada a alimentos, medicamentos, transporte, bicos, cooperativas e tarefas comunitárias. O valor era insuficiente para cobrir por si só o custo de vida, mas sua eliminação provocou uma perda imediata para famílias sem emprego formal estável. O testemunho expressa uma experiência pessoal e uma demanda política; não constitui um levantamento exaustivo dos beneficiários puntanos.

La Nación anunciou a reconversão para um sistema de vouchers para cursos de ofícios e formação profissional. Esse mecanismo tem um objetivo diferente de uma transferência monetária direta e sua capacidade de facilitar o emprego deverá ser avaliada por cobertura, oferta disponível, conclusão de cursos e inserção no mercado de trabalho. A revogação da cautelar possibilitou a mudança, mas ainda não demonstra seus resultados sociais.

A fonte selecionada foi publicada em 15 de julho e antecipava uma medida que já entrou em vigor em agosto. Não foi informado naquele momento um benefício provincial substitutivo nem uma compensação municipal geral. A discussão atual passa pelo acompanhamento de quem perdeu a renda, a eficácia do treinamento proposto e as decisões que adotarem os diferentes níveis do Estado.

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