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LLA explora pacto com Pullaro para suspender PASO e moderar disputa pelo governo

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Dirigentes libertários de Santa Fe dizem que as conversas com Maximiliano Pullaro estão avançadas, embora não exista acordo formal. A hipótese combina campanha provincial de baixa intensidade da LLA com votos de senadores da Unidos para suspender as PASO nacionais, enquanto socialistas e radicais mantêm reservas.

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A política de Santa Fe discute um possível entendimento entre La Libertad Avanza e Maximiliano Pullaro ainda não formalizado. Dirigentes libertários citados pelo Sin Sobres dizem que as conversas podem fechar em novembro. Não seria uma coalizão completa, mas uma troca entre campanha provincial moderada e votos nacionais.

A ideia de uma candidatura libertária de “baixa intensidade” precisa ser tratada com cautela. Não há documento público, acordo assinado ou confirmação oficial de Pullaro. A reportagem descreve negociação em andamento, não fato consumado.

No cenário divulgado, a LLA manteria candidatos a governador, legisladores e prefeitos, mas concentraria recursos nos municípios e na candidatura de Romina Diez ao Senado. Isso preservaria identidade própria sem guerra frontal contra Pullaro.

A contrapartida estaria no Congresso. O Governo nacional mira especialmente possíveis votos de Carolina Losada e Eduardo Galaretto para suspender as PASO. Pullaro apoia eliminar as primárias presidenciais por custo, mas as defende em Santa Fe para ordenar sua coalizão.

Esse duplo critério é sensível. A Unidos reúne radicais, socialistas e outros setores que não compartilham a linha nacional. Um acordo bilateral com LLA pode provocar resistência se parecer proteção à reeleição do governador em troca de votos.

Pullaro também tem reivindicações concretas: obras em rotas nacionais e redução das retenções. Melhor relação política pode ajudar, mas não garante recursos. Um acordo sério deveria produzir compromissos públicos e verificáveis.

Para a LLA, o risco é parecer lançar candidatos sem querer competir de verdade. Para Pullaro, o risco é se associar demais a Milei e perder apoio de socialistas e radicais críticos. A utilidade do pacto depende da preservação das identidades.

O próximo passo é saber se haverá acordo formal em novembro, quais votos serão comprometidos e como a LLA agirá em Santa Fe. Até lá, a versão deve ser tratada como negociação atribuída. Se confirmada, mostrará uma troca entre regras eleitorais nacionais e intensidade da campanha provincial.

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