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UCR pressiona a Suprema Corte sobre a reeleição de Insfrán em Formosa

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Leonel Chiarella levou a Formosa a cobrança da UCR para que a Suprema Corte decida se a reforma provincial pode habilitar outra candidatura de Gildo Insfrán em 2027.

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O radicalismo nacional voltou a colocar o caso de Formosa no centro do debate institucional. O presidente da União Cívica Radical, Leonel Chiarella, viajou à província para cobrar que a Suprema Corte de Justiça da Nação se pronuncie sobre a reforma que poderia habilitar uma nova candidatura do governador Gildo Insfrán em 2027.

A intervenção política se apoiou em uma comparação de forte impacto público: Chiarella lembrou que, em 1987, ano em que Lionel Messi nasceu, Insfrán já assumia como vice-governador de Formosa. Desde então, o dirigente formosenho acumulou oito reeleições consecutivas e permaneceu como figura dominante do poder provincial por quase quatro décadas.

O questionamento judicial foi impulsionado pela deputada provincial Agostina Villaggi, nova presidente do radicalismo em Formosa. A discussão se concentra na reforma constitucional aprovada no ano passado, que incorporou uma cláusula transitória capaz de abrir caminho para uma nova postulação de Insfrán no próximo ciclo eleitoral.

O conflito chega depois de um precedente decisivo. Em dezembro de 2024, a Suprema Corte declarou incompatível com a Constituição Nacional a reeleição indefinida do governador. Depois, em novembro de 2025, o procurador Eduardo Casal considerou que a nova causa tem estreita ligação com aquela decisão e que cabe a intervenção originária do máximo tribunal.

Chiarella chegou a Formosa acompanhado por dirigentes nacionais do partido, entre eles Piera Fernández, Luis Cerini e Nahuel Breglia. A agenda incluiu percorridas pela capital provincial, encontros com moradores, reuniões com a Federação Agrária de Formosa e atividades com jovens radicais.

Para a UCR, o caso combina uma disputa jurídica com um sinal político sobre alternância, limites ao poder provincial e regras de competição democrática. Para Formosa, a definição da Suprema Corte pode ordenar o cenário institucional antes de 2027 e estabelecer se a reforma é suficiente para contornar a decisão que já havia questionado a permanência indefinida no Executivo provincial.

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