Chubut Política

Aposentados de Comodoro alertaram sobre o quadro do PAMI e rejeitaram um possível PROSATE

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Um protesto diante da agência local voltou a cobrar respostas sobre o atendimento de 31 mil afiliados. Fabián Pereira disse que o quadro pode cair de 80 para 20 pessoas e questionou a possível adoção do programa provincial.

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Aposentados de Comodoro Rivadavia voltaram a se manifestar em frente à sede do PAMI para reclamar respostas sobre a atenção local. O representante Fabián Pereira concentrou o protesto em duas preocupações: uma forte redução do pessoal da delegacia e a suspeita de que o órgão avalia implementar o Programa de Saúde da Terceira Idade como alternativa para seus afiliados.

Pereira lembrou que a proposta começou formalmente no 27 de abril com um pedido entregue à interventora local, Vanesa Nievas. A apresentação também chegou à Prefeitura de Comodoro Rivadavia, ao prefeito, a autoridades de Rada Tilly, a vereadores de ambas as cidades e a legisladores provinciais e nacionais. Os manifestantes afirmam que ainda não receberam uma resposta suficiente desses níveis políticos.

O dirigente afirmou que a delegação passaria de 80 trabalhadores para apenas 20 para atender a 31 mil afiliados e ex-combatentes das Malvinas. Esse número foi apresentado pelos aposentados e não veio acompanhado de uma confirmação oficial do PAMI na informação disponível. Para o grupo, uma redução dessa magnitude agravaria os atrasos em trâmites, reclamações e consultas que já levam diariamente muitas pessoas até o escritório.

A segunda objeção aponta para uma eventual chegada do PROSATE, que funciona em Trelew e Puerto Madryn. Pereira disse que aposentados com experiências anteriores descreveram um mau funcionamento do programa e rejeitou que se avance sem consultar centros e agrupamentos de pessoas idosas. O referente apresentou a implementação como uma suspeita, não como uma decisão comunicada formalmente pelas autoridades.

Também questionou o defensor da Terceira Idade, Hernán Silva, por ter se manifestado favoravelmente a essa possibilidade sem uma consulta prévia, segundo a reclamação. Os participantes pediram que Nievas dê explicações como responsável política da delegação e estenderam o chamado ao restante dos representantes da região. A funcionária não estava na cidade durante o protesto.

Pereira vinculou a situação do PAMI com dificuldades mais amplas do sistema de saúde e mencionou falta de insumos e saturação hospitalar. Essas avaliações fazem parte do diagnóstico dos manifestantes. Os fatos confirmados são a reiterada petição e a concentração em frente à sede; tanto a redução final do quadro como a adoção do PROSATE permanecem sem anúncio oficial nas informações divulgadas.

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