San Juan Justiça

Palomino propõe critérios comuns para limitar a discricionariedade na seleção de juízes

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O candidato da Abogacía por la Libertad à representação dos advogados no Conselho da Magistratura visitou San Juan antes da eleição de 20 de outubro. Propôs matriz comum de avaliação, notas explícitas nas entrevistas e maior abertura do Judiciário a profissionais externos.

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Luis Alberto Palomino levou a San Juan sua campanha por uma das vagas de representação dos advogados no Conselho da Magistratura da Nação. O candidato da lista Abogacía por la Libertad reuniu-se com profissionais e referências locais antes da eleição marcada para 20 de outubro.

O eixo da apresentação foi a discricionariedade nos concursos para cargos judiciais. Palomino afirmou que etapas técnicas podem perder peso diante das entrevistas pessoais e propôs uma matriz comum de avaliação. Cada critério teria valor conhecido e diferenças de pontuação precisariam ser justificadas explicitamente.

A proposta inclui regras homogêneas para antecedentes, exames, trajetória e entrevistas. Segundo o candidato, uma grade pública permitiria comparar decisões e reduzir a influência de preferências não declaradas. Ela não eliminaria a avaliação de idoneidade, mas obrigaria a explicar como cada elemento compõe o resultado final.

Palomino também criticou o que chamou de endogamia do sistema judicial. Defendeu oportunidades reais para profissionais com experiência fora dos tribunais e concursos que não favoreçam automaticamente quem já ocupa cargos internos. A abertura exige, porém, regras capazes de valorar de forma equivalente trajetórias distintas.

Durante a visita, tratou ainda do funcionamento do Conselho, das maiorias para elevar listas tríplices e do papel da Corte Suprema no desenho institucional. Suas falas combinaram críticas ao mecanismo atual com defesa de procedimentos previsíveis. Ele apresentou critérios a impulsionar, e não um pacote legislativo fechado.

A atividade ocorreu na sede da La Libertad Avanza em San Juan e reuniu advogados, profissionais e dirigentes do espaço. Esse marco partidário faz parte da identidade da lista, mas a vaga representa a advocacia num órgão constitucional. As propostas devem ser avaliadas por seus efeitos sobre concursos, transparência e equilíbrio institucional.

A votação de 20 de outubro definirá quem levará essas posições ao Conselho. Palomino enfrentará outras listas e precisará convencer a matrícula da utilidade das ferramentas. A campanha não altera regras por si só: qualquer mudança dependerá de acordos internos, regulamentos e, em alguns casos, reformas legais.

O próximo passo concreto é a eleição e depois a incorporação do representante ao Conselho. Se a proposta avançar, deverá virar grade pública, procedimentos de revisão e fundamentos acessíveis para cada concurso. O debate em San Juan é como combinar avaliação técnica, entrevista pessoal e controle da discricionariedade sem trocar uma arbitrariedade por outra.

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