Gabriel Katopodis confirmou publicamente que quer disputar o governo da província de Buenos Aires em 2027. Ele colocou essa ambição dentro do Movimiento Derecho al Futuro e a apresentou como continuidade, com mudanças, da gestão de Axel Kicillof.
A definição acrescenta um nome a uma disputa que já envolve prefeitos, legisladores e dirigentes de diferentes correntes do oficialismo provincial. Katopodis defendeu que a competição seja resolvida por prévias abertas.
O anúncio ocorreu durante uma visita a Mar del Plata, onde participou do Encontro da Região Costa Marítima. Ali, relacionou a discussão eleitoral a obras públicas, universidade pública, participação política e um Estado provincial mais ágil.
O quadro interno inclui Jorge Ferraresi, Julio Alak e Fernando Espinoza no espaço de Kicillof. Mayra Mendoza, Leonardo Nardini, Juan Andreotti, Federico Achával e Mariel Fernández também são citados para 2027.
Katopodis também usou as obras locais como argumento de gestão. Disse que a primeira etapa da recuperação da Rambla de Mar del Plata está cerca de 90% concluída e que a segunda já foi licitada e contratada.
Na área rodoviária, anunciou a conclusão de trabalhos em 270 quilômetros da Rota Provincial 11 entre Villa Gesell e Mar Chiquita. O trecho final está em licitação e a duplicação da Rota 88 permanece como objetivo de longo prazo.
O ministro contrastou essa agenda com o governo nacional. Afirmou que não há obras federais em Mar del Plata e responsabilizou o programa econômico de Javier Milei pela queda do consumo, endividamento das famílias e deterioração comercial.
Combinando gestão, diferenciação nacional e defesa de prévias, Katopodis começou a dar forma pública à candidatura. O próximo passo dependerá de como o peronismo bonaerense organizará a sucessão de Kicillof.