A Cúpula Política de Mulheres em La Rioja reuniu representantes de toda a província e figuras nacionais para discutir liderança, acesso ao poder e violência política. Organizada pela Secretaria de Mulher e Diversidade, buscou construir agenda comum.
Karen Navarro teve papel central ao apresentar a cúpula como ferramenta para organizar demandas e fortalecer lideranças. A participação deve chegar aos espaços onde se decidem orçamentos, candidaturas e políticas.
Ricardo Quintela ligou o encontro à reorganização do peronismo e à construção de alternativa nacional. Isso amplia o alcance, mas cria tensão entre agenda de igualdade e lógica eleitoral.
Os painéis trataram de liderança, violência política, redes, acesso ao poder e construção de acordos com participantes de trajetórias diversas.
A violência política inclui ataques explícitos, deslegitimação, assédio digital, campanhas de gênero e barreiras informais à liderança.
Navarro também defendeu a continuidade das políticas de gênero. É preciso medir participação em cargos executivos, legislativos e partidários e dados de prevenção.
Acesso ao poder também exige tempo, redes, financiamento e organização. Cotas corrigem parte da desigualdade, mas não garantem influência real.
O próximo passo é transformar a cúpula em agenda de acompanhamento. Navarro pode dar continuidade com propostas, metas e espaços periódicos abertos.