ATE e o governo de Neuquén chegam à terceira reunião sem acordo para cerca de 68 mil servidores. O sindicato rejeita ajuste limitado à inflação e exige recuperação adicional.
Carlos Quintriqueo diz que acompanhar a inflação futura não recompõe perdas acumuladas. O governo deve escolher entre soma permanente, percentual extra ou outro mecanismo.
Jorge Tobares, Juan Grandi e Carola Pogliano negociam, mas Guillermo Koenig e o governador Rolando Figueroa decidem. O número afetará toda a pirâmide salarial.
UPCN, rodoviários e o sindicato docente ATEN observam o resultado. Uma concessão pode espalhar demandas para outras categorias.
O conflito salarial convive com problemas de prédios, concursos e falta de pessoal. ATE quer manter esses temas; o governo equilibra serviços, vagas e finanças.
A reunião de 30 de julho precisa apresentar número ou oferta. Só IPC mantém o conflito; recuperação extra exige alcance e financiamento claros.