San Juan Política

César Gioja pede renovação do PJ de San Juan e apoia Kicillof para liderar o peronismo

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O ex-senador pediu uma nova direção para o justicialismo provincial, criticou Sergio Uñac e afirmou que Axel Kicillof reúne melhores condições para representar o espaço no plano nacional.

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O ex-senador César Gioja pediu uma renovação profunda do Partido Justicialista de San Juan e afirmou que as principais figuras que conduziram o espaço nos últimos anos devem dar lugar a uma nova geração de dirigentes.

Gioja sustentou que a reconstrução do peronismo provincial não deve girar em torno de nomes próprios, mas de um programa de governo com prioridades claras. Entre os eixos citou mineração ambientalmente responsável, integração comercial com o Chile pelo passo de Agua Negra, energias alternativas, turismo e fortalecimento das economias exportadoras.

Nesse contexto, questionou a permanência de José Luis Gioja e Sergio Uñac como referências centrais. Para ele, ambos devem abrir espaço para uma direção com capacidade técnica e política para recuperar competitividade eleitoral e formular uma proposta provincial de longo prazo.

O ex-parlamentar também responsabilizou Uñac pela derrota do justicialismo na eleição para governador de 2023. Afirmou que a insistência em uma nova candidatura dividiu o espaço e prejudicou seu desempenho eleitoral.

No plano nacional, Gioja manifestou apoio a Axel Kicillof como possível liderança do peronismo. Embora tenha reconhecido a trajetória de Cristina Fernández de Kirchner, disse que o momento exige novos dirigentes e afirmou que não apoiaria uma candidatura presidencial de Uñac.

Sua leitura das eleições legislativas de 2025 em San Juan foi cautelosa. Valorizou o fato de o peronismo voltar a ser a força mais votada e destacou a candidatura de Cristian Andino, mas advertiu que manter apenas uma cadeira não basta para falar em recuperação consolidada.

Gioja também questionou a solidez política do projeto de Javier Milei e relacionou o crescimento libertário ao desgaste da política tradicional. Para ele, a saída exige recuperar o planejamento, formar equipes e voltar a discutir propostas concretas para governar San Juan e o país.

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