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Luz sobe até 3,5% em Buenos Aires e amplia diferenças tarifárias

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O governo bonaerense aprovou as tarifas elétricas de agosto para usuários de EDELAP, EDEA, EDEN, EDES e cooperativas. O aumento ficará entre 1,5% e 3,5%, conforme categoria, distribuidora e consumo, e aparecerá nas contas emitidas em agosto e setembro.

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O governo bonaerense aprovou as tarifas elétricas de agosto para usuários de EDELAP, EDEA, EDEN, EDES e cooperativas. O aumento ficará entre 1,5% e 3,5%, conforme categoria, distribuidora e consumo, e aparecerá nas contas emitidas em agosto e setembro.

O reajuste combina dois componentes de jurisdições diferentes. À variação do Valor Agregado de Distribuição provincial soma-se o preço atacadista da energia definido nacionalmente. Por isso, o impacto final não será uniforme nem entre famílias com consumo semelhante.

A Subsecretaria de Energia estimou que um usuário residencial médio sem subsídio passará de cerca de 54.800 para 56.700 pesos, com impostos. Uma família subsidiada irá de 37.200 para 37.750 pesos, evidenciando o efeito do regime de assistência.

Na tarifa residencial plena, os cargos fixos serão de 5.501,43 pesos na EDELAP, 4.125,76 na EDEA, 5.166,96 na EDEN e 5.770,21 na EDES. Os valores variáveis irão de 164,7876 a 216,2452 pesos por quilowatt-hora.

Beneficiários do subsídio focalizado manterão descontos para consumo de até 300 kWh mensais. A tarifa variável irá de 101,0993 pesos por kWh na EDELAP a 134,1104 na EDES, enquanto os cargos fixos continuarão distintos entre concessões.

Os novos valores valem para consumos registrados desde 1º de julho e 1º de agosto, dividindo o impacto entre dois ciclos. Cada família deverá identificar distribuidora, faixa de consumo e subsídio, três variáveis que definirão a diferença em relação às médias provinciais.

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